O Mar!
Cercando prendendo as nossas Ilhas!
Deixando o esmalte do seu salitre nas faces dos pescadores,
roncando nas areias das nossas praias, batendo a sua voz de encontro aos montes,
… deixando nos olhos dos que ficaram a nostalgia resignada de países distantes …
… Este convite de toda a hora que o Mar nos faz para a evasão!
Este desespero de querer partir e ter que ficar! …
— Poema do Mar, Jorge Barbosa

A luz que todos buscam! - Era desejo de meu pai... - Por Maria Luíza Cottas de Jesus

Era desejo de meu pai ter tudo narrado com seriedade. Infelizmente, faleceu sem alcançar tal objetivo.” Maria Luíza Cottas de Jesus

Assim respondeu a Senhora Maria Luíza Cottas de Jesus, neta de Luiz de Mattos, ao trocar correspondência com um estudioso Cabo-verdiano. Onde manifestou o desejo de seu pai Senhor Antônio Cottas de esclarecer o real início do espiritualismo que se iniciou na Cidade de Santos, batizada inicialmente de  Centro Amor e Caridade;

"Confirmo o que citei no “A Razão” de Junho de 1982, sob o título “Cartas que trazem Mensagens”, baseando-me no que me foi contado por Otelia de Mattos, sobrinha de Luiz de Mattos, portanto prima-irmã de minha mãe.

No que me foi contado, o Presidente do Centro Amor e Caridade, chamava-se Carlos Burgos.

... Era desejo de meu Pai ter tudo narrado com seriedade. Infelizmente, faleceu sem alcançar tal objetivo.

A sobrinha de Luiz de Mattos disse-me que quem estava à frente do “Amor e Caridade”, na ocasião da visita de Luiz de Mattos chamava-se Carlos Burgos, Senhor Cabo-verdiano.

Cabo-verdianos na América - Por Emmanuel Almada Santiago

No evento histórico em maio de 2017, que marcou a passagem dos 90 anos de fundação da Doutrina Racionalista Cristã nos EUA, diante de uma seleta assistência, de simpatizantes, militantes, representantes de outras filiais e da Casa-Chefe, o Presidente da Filial Providence e Representante do Racionalismo Cristão nos Estados Unidos, Senhor Emmanuel Almada Santiago, discorreu sobre a história dos Cabo-verdianos e a disseminação do Racionalismo Cristão nesse país.

Nos Estados Unidos, cabo-verdianos emigrantes fundaram o Racionalismo Cristão em 1927


De marinheiros a imigrantes e integração à sociedade americana. Segundo historiadores, desde o descobrimento das ilhas de Cabo Verde pelos portugueses, em 1460, seus habitantes procuraram outras paragens para fugir à seca e à fome. No início do século XVIII, os baleeiros americanos que navegavam pelo Atlântico Sul aportavam em Cabo Verde para se abastecerem de água e comida, mas também de homens conhecidos como bons marinheiros.

Foi assim que, no século XVIII, começaram a chegar os primeiros imigrantes das Ilhas a Pawtucket. Registros históricos indicam que, em 1840, mais de 40% dos caçadores de baleias de Pawtucket eram cabo-verdianos. Hoje, admite-se que existem cerca de 400 mil cabo-verdianos nos Estados Unidos, a grande maioria na Nova Inglaterra.

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As dificuldades enfrentadas pelos imigrantes, apesar de haverem alcançado perfeita integração à sociedade americana.

Augusto Messias de Burgos - Origem do Racionalismo Cristão em Cabo Verde - Jornal A Razão, Agosto-2017 - Por Orlando Medina

Orlando Medina, conselheiro da Filial Providence, fez palestra sobre a história do Racionalismo Cristão nos Estados Unidos, e foi buscar a origem das convicções dos imigrantes cabo-verdianos em seu país, desde os idos de 1911.

Disse Orlando Medina: “Estamos celebrando os 90 anos das primeiras casas racionalistas cristãs implantadas nos Estados Unidos, e não podemos deixar de rever um pouco o percurso histórico desta lindíssima Doutrina codificada pelo ilustre mestre Luiz de Mattos com colaboração de Luiz Thomaz, este humanista de incalculável valor, tanto na fundação quanto no percurso do Racionalismo Cristão.

Foi Luiz Thomaz que, em 1911, ao inteirar-se da dolorosa situação por que passava o povo de Cabo Verde, provocada pela dura e longa estiagem que assolara as ilhas, determinou, em acordo com o cabo-verdiano Augusto Messias de Burgos, médium seu amigo, enviar um barco carregado de alimentos de primeira necessidade.

O custo era vultoso, cerca de 61 contos réis, mas foram angariados apenas 14 contos de réis. Luiz Thomaz ofereceu os 47 contos de réis que faltavam para que a ajuda fosse realizada, como aconteceu, pelo que, tenho certeza, o povo dessas Ilhas estar eternamente gratos.

Limpeza Psíquica

O portador desses produtos e também de uma mensagem ao governador das Ilhas foi Augusto Messias de Burgos, que teve a missão de introduzir a doutrina racionalista cristã em Cabo Verde.

De Burgos fez um tão brilhante trabalho pela Doutrina em Cabo Verde que levou alguns padres católicos, que dominavam as Ilhas sob o regime colonial português, a abandonar as suas igrejas para exercer o espiritismo. Até mesmo o Cônego Teixeira chefe das igrejas católicas nessas ilhas abandonou o catolicismo e terminou como espiritualista e professor.

De Burgos, ao contatar Henrique Morazzo, fez com que este aceitasse o Racionalismo Cristão em toda a profundeza da sua alma. Ainda recordam os velhos seguidores desta Doutrina de Henrique Morazzo, nos seus grandes discursos, referir-se à luminosa frase do seu mestre e amigo Luiz de Mattos:

Tudo é movimento - Leis Naturais e Imutáveis - Por Augusto Messias de Burgos

Tudo é movimento. Desde o átomo invisível até aos corpos celestes perdidos no espaço, tudo está submetido ao movimento, tudo gravita em uma orbita imersa ou infinitamente pequena e cada um dos corpos diferentes, por uma razão de ordem muito natural, atrai, de conformidade com a sua natureza e conformação, os elementos necessários para sua sustentação e atividade.

A isto chamo vida das vidas, ou vida do Universo.

Ora, sendo o homem o mais perfeito ser de toda a criação, e, incontestavelmente, o único cujas propriedades de organismo oferecem qualidades adequadas às percepções de todas as faculdades, que subdividem e especializam-se em todos os ramos de conhecimentos humanos, conclui-se que cada

Origem do nome Burgos, a Cidade de Burgos e o grande El Cid

Origem do nome Burgos

Este sobrenome é muito comum na Espanha, vem do topônimo cidade de Burgos, famosa pelo seu passado histórico e de origem Castelhana, é capital da província do mesmo nome, vem da voz corrente, portanto do latim falado "Burgus", que significa aldeia, arrabalde ou bairro, que deriva da palavra germânica "burg", que significa aldeia.

Em nenhum caso é citado como primeiro nome, dessa forma se configura como sobrenome, sua origem é castelhana, atualmente difundido em toda a península Ibérica e Américas. São membros da linhagem de comprovada nobreza das Chancelarias Reais de Granada e Valladolid, bem como na Corte Real de Aragão.

O site Burgospedia ao publicar estes detalhes, teve como fonte o Índice da nobreza publicada por Dom Javier Cañadas, Arquivo Geral de Navarra e o Índice de nomes de linhagem de Burgos e hábitos de ordens militares.

"Las armas son: Cuartelado, 1º y 4º de gules, un castillo de oro, y 2º y 3º de azur, una flor de lis de plata. En el abismo, un escusón de oro con un águila de sable."

A cidade histórica de Burgos

A cidade dos príncipes e dos dragões” Oscar Esquivias

Primeiros Hotéis na Ilha de São Vicente - Cabo Verde

Segundo o investigador de História e História da Arte, ex-docente e escritor Senhor Joaquim Saial responsável pelo site Praia de Bote, o início do século XX era a época em que a iluminação local ainda dependia dos candeeiros Kitson, daqueles em que um operário os acende diariamente pelo entardecer e esse mesmo operário os apaga ao amanhecer.

Vale lembrar que o Professor Joaquim Saial se refere as notícias da “Folha de São Vicente” na seção do jornal "O Futuro de Cabo Verde"
de 02 de Julho de 1914, periódico que abordava horizontes e sonhos de modernidade para a cidade de São Vicente, dessa forma informou sobre a sessão da Câmara Municipal realizada algures na primeira metade de 1914 sobre a ideia de se substituir a iluminação pública vigente, do sistema Kitson, por uma rede elétrica.

A proposta foi assinada por Júlio Alves da Veiga, presidente da edilidade são-vicentina, e pelo vereador César Serradas, tinha apenas a finalidade de fazer com que se estudassem os meios de se tornar viável o projeto. Nessa mesma edição, a Folha de São Vicente lamentava o fato de se ter gasto muito dinheiro com o sistema de iluminação a acetileno e depois com os candeeiros Kitson, alegando que esse montante poderia ter sido aplicado à partida no moderno sistema elétrico de iluminação.

Duas pinceladas sobre a vida de Augusto Messias de Burgos – Por Martinho de Mello Andrade

O Ilustre cabo-verdiano, Augusto Messias de Burgos, nasceu em 12 de Julho de 1868, em Mindelo, Ilha de São Vicente, e desencarnou a 23 de Abril de 1945, na romântica Cidade de Santos-Brasil, portanto está-se no limiar dos seus 149 anos, após a sua encarnação.
Tão cedo emigrou para o Brasil, onde fez a sua vida futura, se casou com sua patrícia, Rita de Cássia Fortes com quem teve cinco filhos.

Como tudo está planeado, tudo tem a sua razão de ser, conforme nos ensina a Doutrina do Racionalismo Cristão, o que concordamos pelas nossas próprias conclusões, portanto não existem acasos, nem determinismos, nem coincidências, visto que tudo é regido pelas leis naturais que são imutáveis.

Augusto Messias de Burgos, espírita, de rara sensibilidade veio encontrar-se com o Comendador Luiz José de Mattos, Luiz Alves Thomaz e Manoel João Alves, numa sessão espírita na sua modesta casa, sita na Avenida Rangel Pestana nº 79, Vila Mathias, na cidade de Santos – SP, na qual era presidente físico, está claro que cultivava a linha kardecista, enquanto Padre António Vieira era presidente Astral, tendo este ordenado a passagem do Bastão a Luiz José de Mattos, que assumiu o comando com uma certa relutância, pois que era a primeira vez que assistia a uma sessão do género. Porém, o Comendador Luiz de Mattos, codificou a Doutrina do Racionalista Cristão, com cabeça, tronco e membros, não sobrando e nem faltando nada para o esclarecimento da humanidade, separando as águas de outras correntes espíritas, incluindo a Kardecista.

Dos Kardecistas, só ficou com Luis de Mattos, Leandro Francisco Gomes que se tornou um racionalista cristão de gema, prestando-lhe grande colaboração na Doutrina do Racionalismo Cristão.

Um Mindelo a Modernizar-se. Início do Século XX – Por Joaquim Saial

A I Guerra Mundial começou a 28 de Julho de 1914. Pouco antes, inaugurava-se no Mindelo o grande frigorífico conjunto das casas Lopes & C.ª e Madeira & C.ª e a Câmara Municipal pensava em substituir o antiquado sistema de iluminação Kitson pela electricidade.

Pelo meio, a mesma instituição acabava de deitar abaixo um pestilento e degradado urinol, vergonha da urbe que se queria limpa e renovada. São tudo notícias da "Folha de São Vicente", secção do jornal O Futuro de Cabo Verde, de 2 de Julho de 1914 , que mostram uma certa dinâmica de modernidade que percorria a cidade única de São Vicente, apesar das nuvens negras de morte e destruição que se avizinhavam no Mundo.

Urinol a abater

"Pois já não era sem tempo." Assim começava a nota sobre o urinol que se encontrava à entrada da cidade. Com notável sentido de humor, o articulista anónimo dizia que o tempo e a Câmara Municipal havia feito a meias o trabalho de derrube do equipamento:

"Esta [a CMSV], com medo de ofender aquele, foi esperando que ele, a pouco e pouco, como bom obreiro, se encarregasse da parte que lhe competia e depois um pouco envergonhada do seu descuido chegou lá e em dois dias, com um pedreiro, foi um ar que lhe deu."Referia o jornal que se soava que o Município de São Vicente pensava em substituir o desmantelado urinol por outro "em melhores condições de construção e mais facilidade de higiene" e perguntava, terminando: "Será assim?"

É quase certo que tal tenha acontecido. Pelo menos, o “plurim de virdura" (mercado de verduras) sempre teve uma casa de banho pública, à direita de quem entra pela porta da Rua de Lisboa e que curiosamente protagonizou perto dos meados dos anos 60 do passado século um episódio de milagroso aparecimento de petróleo."

São Vicente, o salto para a modernidade – Por Lucy Bonucci


Segundo o site Esquina do Tempo, numa histórica publicação dos principais momentos sobre a implantação da energia elétrica em São Vicente, Cabo Verde, assinado por Lucy Bonucci, uma das descendentes do armador italiano Gaetano Bonucci e depois Pietro Bonucci principal articulador da implantação da energia elétrica na ilha, dessa forma o compartilhamos.

São Vicente, o salto para a modernidade – Por Lucy Bonucci

Recuando no tempo, rebobinado o filme da história, fixando as datas mais marcantes, tudo começa com a descoberta de S. Vicente no dia 22 de Janeiro de 1462. Durante quase quatro séculos, a ilha manteve-se desabitada e durante muitos anos relegada ao esquecimento.

As várias tentativas de fixar gente na ilha, sempre se mostraram bastante difíceis, principalmente devido à endêmica falta de água. O que é hoje o Mindelo, não passava de um simples lugarejo onde os pescadores das ilhas vizinhas encontravam abrigo nas suas lides da pesca.

Segundo relatos da época, só em 1795 foi concedida a autorização para iniciar o seu povoamento, tendo então chegado os primeiros colonos a S. Vicente: vinte casais e cinquenta escravos, trazidos do Fogo. Uma dúzia de barracas e cabanas foram então erguidas no local onde hoje se localiza a Pracinha da Igreja, constituindo a Aldeia de Nossa Senhora da Luz.


Em 1819, não tendo São Vicente mais de 120 habitantes, o governador António Pusich, apercebendo-se das potencialidades do Porto Grande, traz mais 56 famílias de Santo Antão. Sonhando com a criação de uma cidade, rebatiza a povoação com o pomposo nome de vila Leopoldina.

Em 1838, a companhia inglesa East Índia estabelecia em São Vicente o primeiro depósito de carvão, ao mesmo tempo que, na metrópole o Marquês de Sá da Bandeira decretava que a povoação na baía do Porto Grande adotasse o nome de Mindelo.

Somos tão poucos em benefício da humanidade - Por Pedro Pesce

O Racionalismo Cristão ainda é o esforço de alguns em benefício de todos.
Só nós podemos aquilatar nossas renúncias, nosso auto-controle, nosso pensamento elevado 24 horas por dia nosso denodo, nosso cuidado com "os tostões", nossa preocupação em respeitar a todos, nossa disciplina de conduta e pensamentos, sempre lutando contra nossos maus hábitos e nossas imperfeições, etc.

Uma vez mais é evidenciado o pioneirismo dos nascidos em Cabo Verde – Jornal A Razão – 1982

Limpeza Psíquica
Destacamos neste número, uma carta do Centro Redentor Correspondente de Jersey City, dando ciência ao Diretório do Centro Redentor de como foi comemorada, no dia 9 de Maio de 1982 – a data do 2º aniversário de Fundação daquele núcleo racionalista cristão em terras norte-americanas, onde uma vez mais é evidenciado o “pioneirismo dos nascidos em Cabo Verde”...
...Antes de terminar, quero justificar a expressão “Uma vez mais é evidenciado o pioneirismo dos nascidos em Cabo Verde”.

O Centro Espírita, onde Luiz de Mattos foi levado, por amigos, em 1910, em Santos, para conhecer fenômenos espiríticos e daí partir para o estudo do Espiritismo Racional e Científico, era dirigido por um Cabo-verdiano;

Cabo-verdiano também era o saudoso Professor João Manoel Miranda, pioneiro do Racionalismo Cristão em Cabo Verde e grande incentivador e divulgador da Doutrina de Luiz de Mattos em África e Portugal;

Leis Naturais e Imutáveis - Por Martinho de Mello Andrade

Cada um é responsável por aquilo que prática. Isto é a verdadeira Lei!

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LEI DE CAUSA E EFEITOS!

Quer para Presidentes das Repúblicas ou para os seus colaboradores, quer para os Chefes de quaisquer instituições, quer para os seus empregados.

Quem faz bem ao seu semelhante, a si mesmo o está fazendo e quem prejudica o seu povo a si mesmo está fazendo.

Limpeza Psíquica
Nenhum mal fica impune. Quem prática o mal contra o semelhante, terá de resgatá-lo com sofrimentos e dores, até obter o equilíbrio de um bom cristão.

Tudo que o homem faz fica nele escrito no seu subconsciente, no seu âmago: se for bem, ascende... fortalece... cresce na espiritualidade, voa, qual águia, o seu espírito fica leve porque descomprometido... se for mal terá que o resgatar, para o seu próprio bem, até ficar Luz, porque em essência toda a gente é Luz.

A passagem da vida física para a vida espiritual - Por Carlos Yates e Wilson Candeias

É sabido que a moderna medicina, tem provas que alguns seres apesar de estarem clinicamente mortos, retornam a vida física e narram inacreditáveis experiências de voos pós saírem de seus corpos, então torna-se claro que a vida continua pós morte física.

O ser que estuda a espiritualidade, sabe que dentro das leis naturais e imutáveis que tudo regem no universo, uma encarnação na longa caminhada de um espírito, nada mais é do que um simples momento na sua existência, portanto, nesse vai e vem, encarna e desencarna, existe uma passagem, um contato com o outro lado, contato inicial com a eternidade que vai conscientemente desabrochando com o galgar contínuo às classes espirituais de maior evolução.


“Antes de chegar aos problemas máximos do Universo, a criatura apenas precisa adquirir os conhecimentos necessários à sua evolução”. Luiz de Mattos

O espírito não encarna neste mundo em busca de sofrimentos - Por Francisco da Cruz Évora

O espírito não encarna neste mundo em busca de sofrimentos, mas, sim, em busca de ganhos evolutivos que levará consigo. Porém, aqui, não há como fugir do sofrimento!

O problema do sofrimento humano requer, de cada estudioso, uma análise cuidadosa e honesta. “Qualquer conhecimento que permita ao doente [ou, por extensão, ao sofredor] uma apreciação mais clara do seu problema diminui a ansiedade”, escreveu o Dr. Patrick Wall no seu livro intitulado DOR – A ciência do sofrimento.

Desse mesmo livro é o seguinte extrato: “Os santos e mártires sofreram mortes cruéis e dolorosas como seguidores do exemplo de Cristo.
Limpeza Psíquica
Mais tarde, a dor auto infligida veio a ser um caminho aceite para se unirem ao seu reino. Santa Marguerite Marie Alconque (1647-90), que fundou o culto do Sagrado Coração, escreveu: Nada, a não ser a dor, faz a minha vida suportável.”

A família - Por António de Pina Tavares

A família é a união de pessoas, as mais próximas dos próximos que, em comum, têm objetivos bem definidos como tarefas de vida para o progresso de cada um e de todos.

Cada membro assume, em coordenação com os demais, as suas responsabilidades que têm afinidades comuns, e complementares, formando uma harmonia integral, cujos resultados conduzem ao benefício de todos, quando são cumpridas.

Os filhos são de todos os pais, como estes são de todos os filhos. No entanto, os que pertencem a uma família estão sob a responsabilidade direta dos pais como missão para ser bem cumprida.